Hospital AZ Monica cresce alerta após ciberataque cancelar 70 cirurgias

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O hospital AZ Monica, em Antuérpia, Bélgica, sofreu ataque cibernético em 13 de janeiro de 2026 e desligou totalmente os sistemas de TI, forçando o cancelamento de mais de 70 cirurgias e a transferência de sete pacientes críticos para outras unidades.

Serviços de emergência operaram em capacidade reduzida, equipe voltou ao papel e o atendimento atrasou procedimentos de diagnóstico.

Como funciona: o ransomware provavelmente criptografou servidores centrais e bloqueou acesso a prontuários; a operação só continuou depois de restaurar backups offline e replicar listas de pacientes manualmente.

Clinics reativam rotinas em modo manual

O hospital manteve o controle de insumos e horários com planilhas impressas, mas redesenhou fluxos para priorizar urgências enquanto aguarda auditoria digital.

O laboratório transferiu exames para parceiros privados para evitar atrasos em oncologia e cardiologia.

Segurança virou questão de continuidade

Investigação sugere ransomware, e a direção acelerou planos de segmentação de rede, MFA e patch management, além de revisar contratos com provedores de SOC.

O incidente também expõe a necessidade de planos de recuperação com redundância física e treinamentos semestrais.

O que isso significa

Para hospitais: trate cibersegurança como infraestrutura hospitalar; incidir em backups offline e exercícios de DR evita cancelamentos massivos.

Para CISOs: priorize segmentação de rede, verificação contínua de patches e comunicação clara para equipes clínicas sobre downtime planejado.

O que observar: indicadores de ataque similares na Europa, avisos do ENISA sobre ransomware em saúde e novos contratos de cibersegurança negociados por hospitais.

Em resumo: o incidente no AZ Monica mostra que ataques paralisam cirurgias e forçam volta ao papel; defesa e continuidade precisam andar juntas.

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