A SpaceX realizou oito lançamentos até 18 de janeiro de 2026, incluindo a missão classificada NROL-105 para o National Reconnaissance Office.
O calendário também manteve o ritmo da Starlink, que agora soma mais de 9.400 satélites ativos em órbita baixa e amplifica capacidade de banda larga global.
Como funciona: a empresa reutiliza boosters Falcon 9 (o B1100 completou o segundo voo e pouso em Vandenberg) e combina lançamentos comerciais, governamentais e da constelação em um único pipeline semanal.
Cadência de lançamentos quase diária
São oito foguetes no mês, o que mantém clientes com janelas apertadas. A SpaceX usa plataformas em Florida e Califórnia para atender missões polar e equatorial sem atrasos.
Equipes de pad de lançamento rotacionam entre boosters para garantir gradiente entre missões e manutenção rápida.
Starlink segue em expansão agressiva
Mais de 9.400 satélites ativos mantêm o serviço com capacidade para conectar regiões remotas, e os boosters recolhidos permitem reduzir custos por unidade lançada.
A expansão da constelação torna a Starlink peça-chave para o plano de monetizar comunicações militares e corporativas.
O que isso significa
Para telcos: a cadência intensa de lançamentos da Starlink pressiona concorrentes como Amazon Kuiper e OneWeb a acelerarem deploys.
Para investidores: a integração civil (Starlink) e militar (NROL-105) reforça narrativa de receita diversificada.
O que observar: bootes reutilizados (B1100), rollout de estações Starlink em países estratégicos e futuras missões do NRO.
Em resumo: oito lançamentos em janeiro mantêm a SpaceX na vanguarda, com Starlink ultrapassando 9.400 satélites e o NROL-105 destacando a parceria com defesa.